Como abrir uma empresa de passeios de ultraleve

Como abrir uma empresa de passeios de ultraleveOs passeios de ultraleve são muito conhecidos como voos panorâmicos, e são atividades que ainda não são regulamentadas por lei.

Por isso, o presidente da associação brasileira de ultraleves destaca que quem faz uso desse ramo para exploração faz isso fora da lei, constituindo uma forma ilegal de serviço. Porém, muitas pessoas se identificam com este tipo de aventura, e as principais pessoas que procuram informações e fazem uso dos passeios de ultraleve são turistas e aventureiros de uma forma geral, que gostam de adrenalina e não têm medo de conhecer mais sobre a região que estão visitando.

O departamento de aviação civil brasileira diz que os voos panorâmicos são proibidos de serem feitos de forma comercial, e então esta atividade deverá ser feita por conta e risco de cada um com a justiça. Assim, o empreendedor que começa a fazer passeios de ultraleve geralmente é uma pessoa influente no mundo turístico e sabe bem as restrições e o que pode ou não fazer, seus riscos, os problemas que pode ter e as responsabilidades a serem administradas.

Cenário de passeios de ultraleve

O mercado de aventuras aumentou muito o seu lucro principalmente de alguns anos para cá. As técnicas de esportes radicais em geral tornaram-se mais propícias para a segurança dos clientes e isso pôde diminuir nos índices de acidentes, aumentando a procura. asas-deltas, ultraleves, para-pentes, balões e outros são algumas aventuras aéreas que despertam a descarga de adrenalina na glândula suprarrenal, o que dá uma sensação muito agradável para uma parte das pessoas, poder lidar com o perigo e o medo ao mesmo tempo, contando é claro, com um bom passeio seguro. O céu é o grande cenário apresentado pelos passeios de ultraleve, e é realmente uma aventura que conquista cada vez mais fãs em diversos países.

Preços dos passeios de ultraleve

Podemos encontrar passeios de ultraleve em vários lugares, e os preços estão muito relacionados com a economia local, e outros aspectos que acabam influenciando nos valores. Em média, por cada hora de deleite nas alturas é paga uma taxa de R$ 60,00 até R$ 250,00. Em troca, o cliente recebe muitas emoções e um passeio maravilhoso, embora muitas pessoas ainda tenham medo dos passeios de ultraleve.

Investimento inicial e passeios de ultraleve

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Para começar um negócio de passeios de ultraleve o empreendedor deve dispor de aparelhos para pouso em terra e água, contando é claro com os valores das aeronaves, que podem variar muito, entre R$ 6.500,00 a R$ 65.000,00. Isso poderá ser feito a partir da legalidade dos passeios de ultraleve, de acordo com o presidente da ABUL, associação brasileira de ultraleves. O empreendedor deve esperar que isto aconteça para não ter complicações na justiça e garantir a confiança e segurança dos clientes.

O que é o ultraleve?

Ultraleve não é nada mais do que um avião monomotor experimental com motor a pistão. Tem a capacidade de abrigar duas pessoas, com peso máximo de decolagem por volta de 600 kg no máximo, velocidade mínima para se sustentar no ar igual ou menor que 65 km/h e sem potência. Podemos ver uma grande quantidade de tipos de ultraleves, que podem ser fabricados dentro ou fora do Brasil. O totalmente aberto trata-se de uma cadeira ao ar livre com asas. Apresenta-se mais vulnerável e pode ser o que menos tenha segurança visivelmente falando. É provável que após a regulamentação da atividade este tipo de ultraleve seja banido de poder ser utilizado, dando lugar aos aviões mais equipados e seguros. O mais sofisticado é completamente fechado parecendo um avião comum que pode chegar à velocidade de 200 km/h aproximadamente.

Os aviões ultraleves podem ser subdivididos em ultraleve básico e ultraleve avançado.  O primeiro trata-se de um avião monomotor com peso vazio máximo de até 230 kg e carga alar com peso igual ou menor que 28 kg/m². O ultraleve avançado é um pouco mais pesado, com 300 kg de peso mínimo e carga alar com peso máximo de até 38 kg/m².

Proteção dos clientes

O piloto e o acompanhante deverão saber adequadamente as normas para garantirem sua segurança no ar, e fazer do passeio apenas uma forma de se divertir, sem acidentes ou imprevistos. É necessária a utilização de capacetes fortes para proteção das cabeças de ambas as pessoas, assim como os cintos de segurança. Uma especificação bastante importante é em relação à água. Quando estiver sobrevoando água, os ocupantes devem usar coletes salva-vidas.

Ninguém pode operar ou estar dentro de um ultraleve avançado ou girocóptero em atividade sem os devidos capacetes e cintos de segurança.  O mesmo acontece com os coletes salva-vidas quando se passa em regiões de água.

Documentação de passeios de ultraleve

Para o piloto dirigir o ultraleve é necessário que tenha um certificado de piloto desportivo, que é o CPD, concedido depois de uma aprovação feita por um representante do SERAC. Para isso, deve ter pelo menos 20 horas de vôo solo depois de um curso em escola credenciada com o Ministério da Aeronáutica. A validade desta habilitação é de três anos e depois disso o piloto deve fazer outra avaliação para manter a carta.

O piloto deve, ainda, mostrar capacidade física ideal para pilotar, e tudo isso será exigido e estudado no Ministério da Aeronáutica. A burocracia toda envolve a seleção de profissionais hábeis a fazerem um trabalho sem falhas ou imprevistos, prevenindo a vida do piloto e seus passageiros.

A documentação do avião também deve estar em dia para começar os passeios de ultraleve, logicamente. Os documentos obrigatórios são o certificado de autorização de voo, e o certificado de marca experimental. Estes são emitidos pelo departamento de aeronáutica civil (DAC), que deve ser acionado para concretizar toda a documentação necessária para começarem os passeios de ultraleve. Sem a documentação, o piloto poderá sofrer as consequências previstas na justiça. Um a apólice de seguro é obrigatória para deixar a documentação do avião completa.

As habilitações apresentam-se diferentes para pilotos poliesportivos, variando conforme o tipo de ultraleve.

O primário motorizado é uma habilitação que exige um exame teórico nas matérias regulamentação aeronáutica, teoria de voo, navegação e outros. São necessárias 10 horas de voo, sendo dois de voo solo, e o certificado de capacidade física de segunda classe.  Há também o básico e o básico paramotor, além do avançado, que exige 15 horas de voo, sendo 12 horas de voo duplo e um exame teórico com várias matérias específicas. É importante lembrar que para ser um piloto de ultraleve e poder proporcionar os passeios de ultra-leve, o candidato deve ter 18 anos no mínimo.

Divulgação de passeios de ultraleve

A divulgação é uma das partes mais importantes quando estamos tratando de esportes e aventuras radicais. Uma boa parceria com agências de turismo pode ser uma boa ideia para explicitar e informar aos turistas a modalidade. O método pode ser dos mais variados possíveis, tanto com panfletos como com fotos ilustrativas. O importante é que o empreendedor de passeios de ultraleve chegue ao perfil do consumidor e saiba conquistar sua confiança.

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