Corretora de Seguros

Corretora de Seguros
Corretora de Seguros

A corretora de seguros busca prestar como principal serviço a corretagem de seguros, como seguros de carros, imóveis e outros bens.

De forma geral, os seguros comuns são os seguros de vida e sua venda constituem pelo menos 3% do produto interno bruto, pois o mercado de seguros se expandiu a medida que houve um maior poder de compra, estabilização da moeda e eliminação da situação de monopólio das seguradoras, abrindo um ambiente de maior competitividade.

Mercado de uma corretora de seguros

Como vimos acima, a corretora de seguros está em um bom momento, pois constitui um dos negócios que acompanha o ritmo inflacionário, e como a inflação está praticamente estabilizada, os seguros começaram a fazer parte do consumo da população.

O tipo de seguro que encontra uma maior concentração são seguros de vida. Logo após, em condição crescente, estão os seguros de previdência privada, de automóveis e de saúde.

O chamado Ramo Vida é aquele que engloba os seguros de vida, previdência e de acidentes representado pela porcentagem de 50%.

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Os produtos de Previdência Complementar têm uma previsão de aumento e continuidade, pois cada vez mais as pessoas estão conscientes sobre uma realidade: a população brasileira com mais de 65 anos está em ascendência. Logo, terão mais pessoas aposentadas e menos jovens que contribuirão com seus impostos para a aposentadoria dos idosos.

Produtos Vida em uma corretora de seguros

No ramo Vida, os produtos mais procurados em uma corretora de seguros são aqueles julgados os mais importantes para os consumidores: os seguros de previdência complementar, em que os clientes contratam seguros para que a renda recebida nos eventos de aposentadoria sejam maiores.

O VGBL é um produto bem recente, existe desde 2002, e por conta de seus benefícios, já é bem popular e é considerado um dos mais procurados do mercado. Ele tem contribuição definida, isso quer dizer que todo mês ou de forma esporádica certa quantia será depositada constituindo fundo, como se fosse uma poupança.

A vantagem do VGBL é que no imposto sobre esta operação, que o contribuinte só pagará no momento do resgate.

Já o PGBL é um plano gerador de benefícios livres. Essa aplicação constitui um fundo que poderá ser resgatado a qualquer momento pelo investidor, com a diferença de que os benefícios gerarão impostos no momento do resgate.

Produtos não Vida em uma corretora de seguros

Entre os produtos de uma corretora de seguros que não estão relacionados com a Vida em si, como seguros previdenciários ou por ocasião de morte, acidentes ou doenças, os produtos não vida estão relacionados aos bens materiais como automóveis, plano de saúde e outros.

Para quem contrata seguros de automóveis, tem a vantagem de encontrar algumas ofertas, pois este não é o produto mais procurado do mercado, ficando atrás dos produtos Vida.

No ramo de seguros, há uma competitividade nos seguros de automóveis, pois os consumidores sempre investem em uma maior cobertura no caso de acidentes, roubos e outros. Para se tornar competitiva, a corretora de seguros deve analisar os fatores de competitividade voltados para qualquer ramo de serviços que os fatores de: inovação, qualidade, atualização e outros fatores.

Já os produtos não tradicionais do ramo de seguros são os produtos de garantias estendidas sob produtos eletrodomésticos, seguros prestamistas, seguros de riscos financeiros e outros.

Mas o que é competitividade em uma corretora de seguros

A competitividade é uma realidade no ambiente de todas as empresas e compreende todas as ações capazes de gerar lucro a partir de estratégias competitivas oferecendo serviços com alto valor agregado.

Claro que no ambiente atual de globalização e personalização dos serviços, é necessário que a corretora de seguros busque personalidade e identidade capaz de remeter aos consumidores uma imagem positiva agregando valor aos seus serviços e fazendo com que a empresa constitua um nome no mercado, aumentando cada vez mais sua participação. Para isso as empresas devem operar com:

Inovação – a inovação por si só não garante sucesso total para a corretora de seguros, mas constitui uma forma de se posicionar no mercado com uma identidade própria distinta e que pode ser destacada pelos consumidores.

A inovação pode provir de melhorias nos processos, no atendimento, na tecnologia e até na divulgação dos serviços. Requer, contudo, que os empresários identifiquem onde existe uma oportunidade crescente de inovação.

Capacidade de produção – a capacidade de produção é um fator importante no conjunto da competitividade, principalmente se considerarmos o dinamismo das empresas de serviços e sua capacidade em atender as necessidades dos clientes.

Para ser produtiva, a corretora de seguros deve mapear seus processos e estabelecer melhorias no desenvolvimento das atividades fins e nas atividades meios, de forma que se encontre eficiência.

A capacidade produtiva só compete a empresa e a sua capacidade de gestão, de reunir forças competitivas, criar sinergia com o ambiente, possibilitando assim uma melhor entrega de serviços e produtos.

Recursos Humanos – a capacidade de qualificação, atendimento e requalificação deve ser uma realidade constante da corretora de seguros. Os funcionários devem estar informados sobre quais os produtos vendidos pela seguradora, qual a regra de cálculos e quais os critérios e políticas da empresa, como também o básico sobre as regulamentações do setor que detalharemos mais a seguir.

Estrutura – são os fatores estruturais que ditam as regras de produtividade, portanto, a estrutura depende dos fatores competitivos e de concorrência. Esses fatores são tecnologia, infraestrutura física e de automação.

Para manter a estrutura da corretora de seguros de forma que exista diferencial nos serviços e ainda qualidade, é necessário que haja investimentos que responda as necessidades de custo- benefício.

A estrutura de atendimento da corretora de seguros, por vezes, exige a implantação de um software e por isso se faz necessário primeiro uma padronização de processos para, a partir daí, iniciar um processo de implantação do software.

Passos para se abrir uma corretora de seguros

Os passos para se abrir uma corretora de seguros são simples.

O primeiro passo é habilitar o corretor responsável na SUSEP (Superintendência de Seguros Privados). O próximo passo é verificar se a corretora de seguros pode funcionar com o nome escolhido. Para isso é só verificar a disponibilidade na Junta Comercial.

Depois é só cadastrar a corretora de seguros como Pessoa Jurídica na Federação Nacional das Corretoras.

Para realizar todo o processo é necessário reunir toda a documentação pedida pelos órgãos.

O funcionamento da corretora de seguros exige a observação de várias Leis, Decretos e Portarias que foram expedidas pelos órgãos públicos regulamentadores da atividade.

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