Como Ser Jornalista Freelancer

Como ser jornalista freelancer
Como ser jornalista freelancer.

O profissional graduado em jornalismo hoje em dia não precisa mais se restringir a atuar nos principais veículos de comunicação; ele pode atuar como jornalista freelancer.

Muitos estudantes ou já graduados pensam que a única forma de atuação no mercado é trabalhar em jornal, rádio, TV, assessoria de imprensa e revista e se não conseguirem um contrato com estes veículos com carteira assinada e em horário comercial, estarão perdidos.

Bom, não é bem assim. Um jornalista graduado e com bom texto de escrita pode muito bem estar no mercado de outras maneiras e uma das possibilidades é atuar como um jornalista freelancer. E será que isso é possível mesmo? A resposta é sim, você pode trabalhar em casa ou em espaços por curto período de tempo e ganhar uma renda igual ou até superior àquela fixada pelos grandes veículos de comunicação.

Um freelancer, para quem não sabe, é um prestador de serviços sem vinculo empregatício. Existem vantagens e desvantagens em atuar desta forma no mercado. Uma das vantagens é que sua renda pode ser maior do que um salário fixo. Se você produz mais, ganha mais e o inverso também é uma premissa verdadeira. A desvantagem do profissional freelancer é o fato de não receber participação nos lucros da empresa como um bancário, não tem 13º salário ou recebimento de férias, mas pode viajar quando quiser, basta decidir não trabalhar. Não tem horário fixo e para muitos é uma grande vantagem, principalmente para quem tem dificuldade de acordar cedo.

Jornalista freelancer para jornais e revistas

Existem diversas formas de atuar no mercado que um jornalista diplomado pode escolher. E uma delas é ser prestador de serviços para os veículos de comunicação tradicional, se isso é o que tanto almeja. O profissional não precisa ser contratado para atuar na redação do jornal, mas nada indica que ele não possa escrever para jornais, revistas e produzir matérias para rádio e TV. O diferencial será no pagamento.

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Muitos jornais contratam freelancers apenas para cobrir as férias dos jornalistas da casa e você pode ir atuando desta forma. Jornais que querem colaboradores de outras cidades também curtem contratar profissionais sem carteira assinada, porque assim não pagam os direitos trabalhistas e nem arcam com custos de deslocamento, viagens e alimentação dos seus profissionais. Mesmo pagando por material produzido, ainda sai mais barato que uma contratação com carteira assinada e o freelancer acaba recebendo bem por sua produção.

A dica para quem quer estar no mercado desta forma é preparar um portfólio e deixar nas principais redações de jornais e revistas. Caso tenha contatos por lá, invista em procurá-los e mostrar o material produzido, mesmo que não tenha atuado em jornais ainda. Você pode usar como portfólio, matérias produzidas para você mesmo ou em seu período universitário, desde que estejam bem redigidas e no caso dos vídeos, todos editados e com capa adequada para anexar ao seu currículo e poder entregá-lo. Mantenha também um portfólio virtual, é ótimo para chamar a atenção para seu nome e podem surgir projetos sem que você procure.

Para não sair em uma busca a esmo, invista em veículos que escrevam sobre outros estados e principalmente a cidade onde você mora. Faça o mesmo com revistas como a Veja, que sempre contrata freelancers para editar a sua revista Sabores que sai a cada seis meses em edições locais e com nome da cidade a qual será divulgada.

Escrever para a web

Como jornalista, o mundo virtual pode ser uma boa opção para trabalhar em casa e ganhar por produção. Diversos sites contratam jornalistas freelancers para portais de notícias locais, para edição e publicação virtual também e pode ser uma boa para quem não quer trabalhar fora por conta de família e filhos ou algum problema de saúde.

Sites de entretenimento também precisam de redatores, bem como revistas virtuais que trabalham no sistema de colaboração. Procure sites que tenham uma página Trabalhe Conosco e envie seu currículo com portfólio, estando pronto para escrever sobre temas diversos.

Entretanto, atuar para a web é um pouco mais complicado, porque você precisa saber de tudo um pouco. Você pode pensar que não como jornalista, mas conseguir produzir alguma peça para um jornal generalista é bem mais difícil do que conseguir algum trabalho num jornal dedicado apenas a um ramo. Por isso, se manter atualizado em notícias e temas atuais é muito mais importante para um jornalista freelancer que para um contratado com carteira assinada e também facilita quando se quer fazer um grande projeto.

Assessoria de imprensa freelancer

Grandes empresas optam por contratar uma assessoria de imprensa com escritório montado, pois costumam ter muitos contatos, mas estas cobram bem mais caro que um profissional autônomo. Como jornalista freelancer, o profissional também pode fazer assessoria de imprensa para um cliente e cobrar pelo serviço apenas.

Esta é uma boa opção para divulgar apenas um show, um evento pequeno ou uma loja que não tenha muitas notícias para divulgar. Você cobra pelo mês de trabalho ou por todo o período, como um pacote, com contrato firmado e recebe 20% antes de começar o trabalho e o restante ao final, quando entregar a clipagem, documento no qual constam todas as informações divulgadas na mídia sobre o cliente.

Como ganha um jornalista freelancer

O pagamento de um jornalista freelancer geralmente é cobrado por produção. Para textos, o profissional deve cobrar por lauda, ou seja, por folha ou por palavras, como for melhor para empregador e empregado. Já no caso de grandes projetos, a dica é cobrar pelo projeto todo, mediante contrato.

Caso o cliente exija uma nota fiscal, a dica para o jornalista freelancer é se inscrever em sua prefeitura como autônomo e tirar notas avulsas, sem ser preciso também ter um talão de notas fiscais. O pagamento pode ser em dinheiro, depósito bancário ou pagamento online, como as partes, clientes e contratado, acordarem, desde que o pagamento seja feito. O contrato é apenas uma mera formalidade para que as partes, caso não seja pago o valor acordado ou o serviço não seja prestado e mesmo assim pago, possam se defender e conseguir o valor prescrito em papel assinado pelos dois.

Que tal trabalhar como jornalista freelancer?

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