Bruna Lofego: negócio para auxiliar novos empreendedores

Bruna Lofego Crédito: Élcio Paraíso
Bruna Lofego
Crédito: Élcio Paraíso

A CWK Coworking nasceu da ideia de Bruna Lofego, em 2010 na capital mineira. A vontade era ter um espaço que oferecesse todos os serviços que uma empresa procura: desde o ambiente até os serviços operacionais. E deu tão certo que a empresária quer mais.

Depois de formatar o negócio para franqueá-lo, Bruna tem um sonho: montar uma rede de coworking em pelo menos 15 capitais no Brasil, onde o cliente possa usufruir de todos os ambientes para incrementar seu negócio.

O mercado é bastante favorável. Segundo Bruna, em dois anos houve um crescimento de 70% na unidade de Belo Horizonte e de quase 100% na unidade de São Paulo. Mas a concorrência também mostrou seus números: triplicou de 2012 para cá.

Nessa entrevista ao Novo Negócio, Bruna Lofego explica os pilares do seu negócio, como ele pode ajudar os empreendedores e dá sua visão do mercado. Veja:

Sua Ideia de Negócio é Lucrativa?

Saiba quais são as 4 Perguntas Poderosas que podem salvar seu negócio antes mesmo dele ser criado. Evite cometer os ERROS COMUNS dos empreendedores de primeira viagem. Saiba mais...

PS: No final eu apresento uma ferramenta que pode triplicar suas chances de sucesso com um negócio próprio. Clique aqui!.

 

Novo Negócio – Quando e por que você decidiu investir em Coworking?

Bruna Lofego – A decisão em montar a CWK veio em 2010 e, após alguns meses elaborando um plano de negócios, decidimos abrir um coworking corporativo que pudesse atender o empresariado mineiro. A ideia consistia em montar um escritório compartilhado com todos os serviços operacionais que uma empresa procura, bem como ter um ambiente que fugisse da informalidade e fosse mais corporativo, profissional. Assim surgiu a CWK Coworking em 2010, em Belo Horizonte. Em 2012 expandimos para São Paulo e em 2014 para Nova Lima. No ano de 2013 decidimos expandir a empresa através da franquia e formatamos o negócio para que nosso modelo fosse franqueado para todo o Brasil.

Novo Negócio – Como você avalia a aceitação do público no primeiro momento?

Bruna Lofego – Tivemos uma aceitação imediata do público de micro e pequenas empresas que precisam reduzir seus custos operacionais. Logo após, conquistamos o público dos profissionais liberais e de dois anos pra cá grandes empresas também nos procuram para abrir filiais de seu negócio. A CWK não cativa um público de startup, freelancer. Acho que pela formalidade do ambiente.

Novo Negócio – Como está o mercado nacional de coworking?

Bruna Lofego – Tivemos um crescimento de 70% na unidade de Belo Horizonte e de quase 100% na unidade de São Paulo. No entanto, a concorrência triplicou desde 2012 para cá.

Novo Negócio – A cada ano novos escritórios compartilhados surgem com formatos diferenciados. Você acredita em um crescimento ainda maior nesse modelo aqui no Brasil? O país já se organizou para a prática ou ainda há muito o que caminhar para inseri-la na cultura dos negócios locais?

Bruna Lofego – Acredito que ainda exista uma grande caminhada e um público enorme. As pessoas não sabem o que é um coworking e o público que já sabe o que é o serviço é justamente o público que a CWK não trabalha, que são as startups e os freelancers. Não existe por exemplo uma associação que regulamente as boas práticas do mercado. Não existe pesquisas sobre o mercado e ainda vejo muitos espaços de coworking trabalharem na informalidade.

Novo Negócio – Quais são os diferenciais desse negócio?

Bruna Lofego – A redução de custo operacional é o principal atrativo para o empreendedor, somado a ele vem o networking que o coworking possibilita acontecer, Novos negócios acabam sendo fechados entre os próprios clientes pois a convivência todos os dias estimula essa negociação.

Novo Negócio – O coworking pode, inclusive, auxiliar outros empreendedores a gerirem seu negócio, saindo do home office? E quais são as vantagens disso?

Bruna Lofego – As principais vantagens são os diferenciais citados acima, além do coworking possibilitar a profissionalização do negócio do cliente. Ou seja, ele terá uma telefonista profissional, um motoboy a disposição, uma internet profissional e etc.

Novo Negócio – Como você definiria o coworking quando iniciou a empresa e como você o vê hoje?

Bruna Lofego – Quando iniciamos em 2010, acredito que não havia nem 10 coworkings no Brasil. Hoje acredito que existam mais de 100 espaços. Na época, podíamos formatar o modelo de negócio de acordo com nossa visão e ideias. Hoje, acredito que exista muito coworking que se formou sem uma estrutura profissional de prestação do serviço então a qualidade do serviço acaba sendo prejudicada. Vejo muitas pessoas que possuem um imóvel sobrando abrindo um coworking só para ocupar o espaço vazio e não prestando o serviço operacional que todo empreendedor precisa.

Novo Negócio – Quais são as palavras que melhor definem você e o seu negócio e por que?

Bruna Lofego – Profissionalismo e inovação. Somos extremamente profissionais em prestar um serviço de terceirização e apoio ao empreendedor pois acreditamos que o coworking é um serviço a ser prestado e não um “movimento” ou um conceito como já vimos em outras declarações. O cliente quer e necessita de um serviço profissional, eficiente e que simplifique a vida dele, caso contrário seria mais fácil ele abrir sua própria sala comercial. Somos inovadores pois pegamos o modelo de coworking usado na Europa e Estados Unidos e reinventamos o modelo para torna-lo mais corporativo, voltado ao profissional formal.

 

0.00 avg. rating (0% score) - 0 votes

 

► Dica Importante!


Independente do tipo de negócio que você deseja montar é muito importante fazer um planejamento. Estude em livros, contrate uma consultoria, use o Kit Como Abrir Um Negócio, enfim, escolha a opção que mais lhe agrada, apenas NÃO ARRISQUE suas economias e o bem-estar da sua família em um chute!


 

DEIXE UMA RESPOSTA